Vale a pena contratar um seguro?

Antes de ser uma profissional autônoma, eu trabalhava no setor privado. Lá, estava debaixo do guarda-chuva do regime CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Logo, eu automaticamente contribuía e tinha direito a uma série de proteções referente aos seguros sociais e seguros privados, como:

– FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço)

– INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)

– Seguro Trabalhista

– Plano de saúde

– Seguro de vida

A contratação compulsória e automática desses seguros, me deixava numa situação confortável, eu não precisava pensar sobre questões como riscos e coberturas.

Mas eis que a realidade mudou e eu passei a assumir a identidade dupla de PJ e PF, então essas questões deixaram de ser endereçadas automaticamente e passou a pesar sobre os meus ombros, o interesse de buscar proteção para possíveis risco ou não. Mas será que vale a pena contratar um seguro?

Por que existe contrato de seguro?

Na vida somos rodeados de incertezas, muitos eventos podem acontecer, tanto positivos quanto negativos. Isso é o que chamamos de risco. As possíveis consequências desses eventos pode ser econômicas e sociais. Podendo levar uma empresa a falência, fazer uma pessoa perder todo o patrimônio ou não conseguir preservar as condições de sustento, emprego, meio de produção….

Quando esses eventos vão acontecer e se vão acontecer, não sabemos. Porém, podemos mapear as consequências na nossa vida. É aqui que entra os contratos de seguro.

As seguradoras são as empresas que por meio de um contrato comercial, topa dividir o efeito dos riscos com a gente. Por exemplo: Se eu tenho medo de ter o carro roubado ou seja, um evento negativo que vai gerar prejuízo patrimonial no qual eu não quero arcar sozinha. Logo, eu posso dividir esse risco com uma seguradora. 

Na prática, eu pago um valor para a seguradora, conhecido como prêmio, que me dar o direito a uma indenização caso o risco indicado e temido aconteça.

Mas vale ou não vale a pena contratar um seguro?

O ponto principal a considerar é: Quais são os riscos que você está disposta a assumir e quais você prefere transferir para reduzir o impacto na sua vida e dos seus beneficiários?  Cada pessoa vai ter um grau diferente de tolerância. Identificar os riscos e os seus efeitos é o primeiro passo para tomar essa decisão.

Na consultoria financeira, avaliamos juntas quais são esses riscos, olhamos para a sua capacidade de contratar algumas coberturas e, principalmente, avaliamos qual será o impacto da decisão no seu orçamento. Para saber mais sobre a consultoria financeira pessoal, clica aqui que entramos em contato com você.

Keylla Santos

Consultora Financeira Pessoal da Papo de Valor. Acredita que a Educação Financeira proporciona autonomia e liberdade. Por isso, ajuda as pessoas a se organizarem financeiramente de forma simples e conectadas com os seus objetivos e planos de vida.

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